O Amor é a unica esperança que tenho.
O abraço invisivel,
o alento dos dias,
o beijo que me afaga a fronte,
a unica ponte que nos liga aos outros
e à criança que fomos...
Creio em Deus porque (te) Amo
e o Amor nunca pertenceu aos Homens.
Não existe formula quimica que o explique,
interruptor que o desligue...
É a grandeza que nos ensina a humildade
e a beleza da imortalidade.
Creio no Amor poderoso,
criador dos céus e da terra,
de todas as coisas visiveis e invisiveis...
Por nós, homens, e para nossa salvação
desceu dos céus e nós crucificámos o seu valor...
As religiões são dissecações do Amor,
por isso não o professo, vivo-o, confesso-o.
Sem Amor nada somos,
é como respirar debaixo do chão,
ou com agua no pulmão.
Uma semi-vida em embolia pulmunar
a sufocar, dolorosamente devagar.
A vida é o milagre que o Amor concede,
enquanto nos perdoa todos os dias
porque nós não nos sabemos perdoar.
A dor é o terço dos homens,
uma oração moída conta a conta,
fervorosamente murmurada,
cheia de culpa e sofrimento.
Tormento do medo de ser maior...
Quando o Amor é a simplicidade de tudo
e o derradeiro baptismo da vida no mundo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Sentido obrigatório
Os olhos são as janelas que o sonho teme,
a voz curva-se e geme,
os dedos são velas derretidas
a rezar-nos no corpo magoado pelo pecado
das promessas mordidas.
O inferno é um castigo
repartido contigo...
Um Inverno de solidão,
sem chuva que o alimente,
ou atormente...
Lambo o salitre do teu sofrimento
e rezo por dentro...
Por fora sou um carnaval de raiva,
uma aurora boreal,
fogo de artificio em dia de comicio.
Mas por dentro somos só nós e a voz sossega
enquanto se entrega e abraça
ao sol que trespassa a vidraça...
Não existe um sentido para o Amor,
porque o Amor é o sentido que todos os sentidos reconhecem.
a voz curva-se e geme,
os dedos são velas derretidas
a rezar-nos no corpo magoado pelo pecado
das promessas mordidas.
O inferno é um castigo
repartido contigo...
Um Inverno de solidão,
sem chuva que o alimente,
ou atormente...
Lambo o salitre do teu sofrimento
e rezo por dentro...
Por fora sou um carnaval de raiva,
uma aurora boreal,
fogo de artificio em dia de comicio.
Mas por dentro somos só nós e a voz sossega
enquanto se entrega e abraça
ao sol que trespassa a vidraça...
Não existe um sentido para o Amor,
porque o Amor é o sentido que todos os sentidos reconhecem.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
24 de Setembro de 2009
Percebi agora que este cantinho já faz parte de mim há mais de 6 anos...
O meu primeiro post foi no dia 24 de Setembro de 2009, não sou uma dona de casa muito dedicada, ora ando por cá, ora nem cá venho espanar o pó, mas este também é o meu lar!
:)
Uma especie de diário, uma especie de muro das lamentações, uma especie de amigo, uma especie da minha especie!
O meu primeiro post foi no dia 24 de Setembro de 2009, não sou uma dona de casa muito dedicada, ora ando por cá, ora nem cá venho espanar o pó, mas este também é o meu lar!
:)
Uma especie de diário, uma especie de muro das lamentações, uma especie de amigo, uma especie da minha especie!
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Escada
Degraus, latidos do tempo, mãos gretadas...
O silêncio é um mescla do imenso céu que nos pousa aos pés.
O Amor uma penumbra solitária do desejo
enquanto um beijo se escapa nas marés da dor...
Saboreio a solidão acompanhada do mundo,
num profundo momento de reflexão.
No meio de nós existe um centro de acolhimento,
onde a voz não faz sentido e os olhos não se encolhem...
Hoje somos o corpo das lágrimas,
a humidade gentil e delicada a morrer nos lábios,
devagar, enquanto nos mata a sede de chorar.
Amo-te.
O silêncio é um mescla do imenso céu que nos pousa aos pés.
O Amor uma penumbra solitária do desejo
enquanto um beijo se escapa nas marés da dor...
Saboreio a solidão acompanhada do mundo,
num profundo momento de reflexão.
No meio de nós existe um centro de acolhimento,
onde a voz não faz sentido e os olhos não se encolhem...
Hoje somos o corpo das lágrimas,
a humidade gentil e delicada a morrer nos lábios,
devagar, enquanto nos mata a sede de chorar.
Amo-te.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Hora zero.
A minha alma é uma manta de retalhos,
alinhavada em lágrimas e gargalhadas
e remendada nos erros que cometo e prometo assumir.
Não sei amar pouco ou devagar,
porque o amor não tem travão ou botão de volume.
Preciso de rir e chorar numa bipolaridade que me equilibra
porque a vida é agora e não demora muito.
Um dia não olharei para trás à procura do que perdi,
porque vivi as perdas todas e não faz sentido
lamber feridas cicatrizadas.
O tempo perdido é o que olhamos mais tarde,
enquanto os novos dias se ignoram
porque só se choram os mortos.
Não sei o que quero amanhã,
mas sei que a manhã de hoje tem o valor
que o Amor deixar.
alinhavada em lágrimas e gargalhadas
e remendada nos erros que cometo e prometo assumir.
Não sei amar pouco ou devagar,
porque o amor não tem travão ou botão de volume.
Preciso de rir e chorar numa bipolaridade que me equilibra
porque a vida é agora e não demora muito.
Um dia não olharei para trás à procura do que perdi,
porque vivi as perdas todas e não faz sentido
lamber feridas cicatrizadas.
O tempo perdido é o que olhamos mais tarde,
enquanto os novos dias se ignoram
porque só se choram os mortos.
Não sei o que quero amanhã,
mas sei que a manhã de hoje tem o valor
que o Amor deixar.
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