Pedes um café,
dissertas sobre o medo do mundo,
acertas em estatisticas e metodos quantitativos
de aplicativos de Android,
não quero saber de cientistas,
nem sábios fatalistas...
Dedo nos teus lábios,
as palavras são redundâncias
distâncias supérfluas,
polvilho o teu corpo com o meu cheiro,
somos mescla de aromas,
somas de dois que se subtrai em um
pertença que se confunde
e se funde no mesmo idioma.
Bailado de Bolshoi
arrastado pelo chão em Tango argentino.
Desatino perfeito em leito desfeito,
Amor lapidado devagar
num entregar descontrolado,
prazer que se almeja
e se deseja na simplicidade
de te ter dentro de mim,
sem fim, nem principio,
apenas vicio.

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