sexta-feira, 24 de junho de 2016

Se uma estrela cai do céu será que o céu nos pode cair em cima?


A U.E. tem de mudar, mudar de estratégia, ser mais igualitária e menos totalitária.
Honestamente não gosto do rumo que está a levar a União Europeia pelas rédeas da Merkel.
Porém esperava que mudasse, crescesse, amadurecesse, eliminasse as maçãs podres sem arrancar a macieira.
Num Reino Unido dividido ganhou o Não, um Não que pode ser o principio do abate de uma macieira que diz não ter medo, mas sabe que uma machadada feroz foi desferida no seu tronco e há golpes que não cicatrizam, gangrenam.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Um maricas matou 50 inocentes...

Há quem chame maricas aos homossexuais... Nunca percebi o porquê...
Para mim um maricas é um covarde e, num mundo de ignorantes, alguém assumir que é homossexual é um acto de coragem.
Em Orlando um maricas, um covarde ignorante, empunhando uma arma entrou numa discoteca e matou 50 inocentes que, ao contrário dele, provavelmente eram felizes.
Esta devia ter sido a noticia.

Que Deus perdoe estes maricas de merda porque eles não sabem, MESMO, o que fazem...

terça-feira, 14 de junho de 2016

00:03

Só o sonho alimenta a esperança de existir,
só a gargalhada nos traz a fuga de loucura para insistir...
Sem humor e Amor somos sombras tristes,
meros pedaços de vento empoeirado a magoar o brilho dos olhos.
Vive, mas ama e ri se não nada fazes aqui,
a existência tem de ter uma consistência qualquer,
sofre porque amaste,
chora porque riste até ficares sem ar,
morre mas esgota tudo o que há de mais profundo
nessa réstia de vida que respiras ainda.
A vida não são só orgãos que funcionam,
também são o Maestro que lhes ensina a musica e conduz a arte.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

E4 F5



Respiro entre as silabas procurando o caminho das palavras,
tudo parece supérfluo, irascível, medíocre...
O desconforto é um vestido dois números abaixo,
a apertar-me os seios, os pulmões e os sonhos...
Ser infeliz dá demasiado trabalho,
e o rancor é um amor leproso,
orgulhoso e mesquinho a desfazer-se devagarinho.
Não possuo a arrogância e a sorte dos que conhecem o dia da Morte...
Por isso esgoto o Amor que tenho todos os dias
para no dia seguinte apaixonar-me outra vez
e surpreender-me por mais um dia de poesia!
Assim sei que dei tudo o que pude,
assim sei que tenho tudo para dar
e posso ser enterrada nua e livre,
sem nada que me prenda à terra
porque as asas não precisam de amarras.