terça-feira, 15 de abril de 2014

Efémero...

No início dos tempos, quando os dias ainda eram límpidos,
havia, simplesmente, o Amor...
A sua força não era uma forca que me apertava
e a dor nunca ficava para jantar e bebia um café à pressa...
Soube Amar (te), ainda sei, porque o Amor é uma bicicleta que nos ensina as pernas...
 Mas os tempos envelheceram e trouxeram rugas e fugas em frente, ou para lados diferentes...
Eu nunca gostei de tatuar passados de escombros nos ombros...
E a vida sabe acabar num dia qualquer sabendo ao pouco que sabe...
Fomos felizes se calhar, mas não calhou...
E o tempo... Mudou...
Com a nossa mudez...


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