domingo, 4 de agosto de 2013

Dos fracos não reza a História...

Sinto-te no perfume dos passos que piso,
no caminho íngreme da saudade que me acompanha
e se estende no comprimento de cada lamento...



A chuva já secou...
Lavou-te de cada recanto, em pranto de funeral...
O tempo parou de me moer e remoer e fez as pazes comigo!
Pediu-me desculpas pela dor e eu pedi-lhe desculpas pelo amor
que nos fez perder tempo aos dois...
Depois, demos as mãos e resolvemos tudo...
Não tenho arrependimentos, mas tenho sentimentos corrompidos,
interrompidos por fraquezas, pesar ou aquilo que lhe queiramos chamar,
procurando um sinonimo que satisfaça a insensatez...

Era uma vez, uma história que podia ter sido mais que isso,
mas que se resumiu a algumas linhas de duas histórias diferentes,
com duas leituras distintas, de palavras extintas pelas folhas amarelecidas...


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