quinta-feira, 30 de maio de 2013

Ribeira de seda...

Fresca, leve, límpida, doce,
como se fosse um orvalho suave e breve...
Uma respiração adocicada sobre a pele
cheirando a mel e a madeira...
Água pura, frescura em estado liquido,
candura em fluidez...
Tentação almíscarada de timidez e alvorada!
Brisa passando os dedos pelo verde dos campos,
Corpos de orgasmo em flor,
liberdade em espasmo molhado...
Hálito seco e adocicado
que se refresca na tua língua...
Talvez... Amor...
Mingua e saciedade,
corrente, caudal, margem...
Ribeira sem pontes nem pedras de passagem...


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