sábado, 1 de setembro de 2012

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Os lábios entreabriram-se, desfolharam-se, despiram-se... A procura era uma loucura contrabalançada pela musicalidade do toque e do sonho...
O sabor chamava-se amor num eléctrico chamado desejo, onde um beijo jamais seria apenas uma palavra, ou um momento governado por carris...
O hálito era um murmúrio de promessas e juras e a saliva o lacre que as selava para a eternidade, não do tempo, mas do alento e da alma...

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