quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O silêncio é de ouro...

E o sonho dorme...
Os seus lábios desenham sorrisos etéreos,
nos olhos esconde caminhos atentos
de paraísos por descobrir...
E num desfolhar de graça,
enternece
e o tempo esquece a cadência...
O corpo é perfeição e inocência,
na mão traz-me o mundo e a vontade
e o prazer da idade...
No cheiro o verdadeiro
sentido da vida,
despida de outra coisa qualquer...
Meu privilégio de ser mulher,
de ser ventre e universo...
Meu amor de ontem, de hoje e de sempre,
que jamais cabe em estrofe, ou verso...

2 comentários:

Dany Filipa disse...

:)))))))))))))))))))))))))))

este poema reflecte um novo rumo...
Nota-se que ainda te faltam as palavras para exprimir... mas nota-se tanto amor...carinho...

realço: "Meu amor de ontem, de hoje e de sempre,
que jamais cabe em estrofe, ou verso... " - esse amor está sobretudo reflectido no teu olhar e na tua voz q ecoa felicidade :))))

Inês Dunas disse...

É quase impossível escrever sobre ela, as palavras não chegam... Quando olho para ela sinto-me tão completa q nem preciso de dizer mais nada!
Beijinhos em ti minha doce borboleta!