quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O amor é cego e vê, não sei porquê...

O amor é um rascunho da eternidade,
uma fenda de paraíso que nos lambe as mãos,
num gesto impreciso de afecto...
É aquela busca interminável
por uma verdade absoluta,
uma demanda resoluta
por uma causa maior!
Esta além e aquém de nós mesmos,
numa centelha que nos transforma
na utopia que não se conforma...
É a humildade descalça e simples
e a magia que nos permite beijar o céu!
O véu de sonho que nos cobre a alma
e nos descobre tal como somos!
A calma que conforta
O silencio que entende
O olhar que se importa e compreende...

2 comentários:

Dany Filipa disse...

xiii
P
R
O
F
U
N
D
O...

Todo o poema como uma sabedoria imensa de quem sabe o que é amar, todo o poema belo, mas nao posso deixar de realçar a parte final:

"O véu de sonho que nos cobre a alma
e nos descobre tal como somos!
A calma que conforta
O silencio que entende
O olhar que se importa e compreende... "

MARAVILHOSO!!!

kiss

cc disse...

Olá "São como Divans"!!

Gostei mto (para não variar) deste teu texto.

"O amor é um rascunho da eternidade,
uma fenda de paraíso que nos lambe as mãos,"

Nas duas primeiras frases levantaste a fasquia de tal modo e
como só para quem o sabe a fazer, não a desceste nem um bocadinho até o poma chegar ao fim.
Bj grande. Carlos Cabecinha. Boypolar.